sexta-feira, 17 de junho de 2011


RELATÓRIO DA 8ª OFICINA DO GESTAR II DE LÍNGUA PORTUGUESA

LOCAL: Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Maracaju – MS.

DATA: 04 de junho de 2011                                         HORÁRIO: 7h às 12h


"Para ser um líder, você tem que fazer as pessoas quererem te seguir, e ninguém quer seguir alguém que não sabe onde está indo."
                                               (Joe Namath)

Na manhã do dia 04 de junho realizamos a 8ª Oficina do Gestar II de Língua Portuguesa, com a seguinte pauta:
·                   Acolhida aos presentes com a mensagem – TUDO DEPENDE DE MIM! (Charles Chaplin)
·                   TP5 – Slides – Resumo da TP5 Gestar II;
·                   Slides – TP5 Coerência e Coesão;
·                   Slides – Quem não escreve bem perde o trem;
·                   Vídeos – Coesão e Coerência;
·                   INTERVALO
·                   Slides sobre Compreensão e Interpretação;
·                   Slides – Como Fazer um Projeto;
·                   Trabalhando na Prática, atividade;
·                   Organização de material para a “3ª Ação Comunidade Valorizada”.

Assistimos a mensagem “Tudo depende de mim!, e em seguida comentamos a mesma, considerando que todo o amanhecer depende de nós, pois somos os proprietários de nosso tempo, apenas precisamos saber administrá-lo de forma que consigamos equacioná-lo ao nosso favor.
Revisamos, através de slides a TP5, unidades 17 e 18 sobre Estilística e Coerência Textual. 


Estudamos então, as unidades 19 e 20 – Coesão textual e Relações lógicas no texto; através de slides, fomos adentrando ao conteúdo, comentando, esclarecendo dúvidas e viabilizando exemplos de atividades para serem desenvolvidas com os alunos, em sala de aula.
Vimos também os vídeos sobre Coesão e Coerência, onde teci comentário sobre a importância dos conectores para tornar um enunciado coeso e coerente.
Dando continuidade passei a eles os slides – “Quem não escreve bem perde o trem”, mostrando que através de piadas podemos atrair a atenção dos alunos e tornar a aprendizagem prazeroza.
Aproveitando a ocasião, trabalhei com eles alguns slides sobre compreensão e interpretação, salientando que o material do Gestar II é riquíssimo e incentivando-os ao bom aproveitamento dos mesmos.
Em seguida, através de questões enumeradas, fiz o sorteio das mesmas e estas foram entregues aos cursistas, que deveriam respondê-las e colocar no envelope da letra da questão, após isto, cada um retirava do envelope uma resposta e deveriam colocá-las na sequência, transformando-as  em um texto coeso e coerente.


Para finalizar, selecionamos e organizamos os textos que seriam expostos na “III Ação Comunidade Valorizada”.
Senti-me lisonjeada ao perceber o comprometimento dos cursistas em empenharem-se para fazerem o melhor com suas turmas, estimulando seus alunos a participarem do desafio lançado pelo Gestar II, em relação ao “Projeto: Os Gêneros Textuais pedem Passagem”.
Após classificar e separar o material que seria utilizado no dia 11 de junho, data do aniversário do Município de Maracaju, lembrei-os de relerem as unidades 19 e 20, bem como de já se programarem para o dia da “Ação”.

                    Professora Sonia Von Grafen
                   Tutora do Gestar II de Língua Portuguesa – Maracaju – MS.





quarta-feira, 18 de maio de 2011

RELATÓRIO DO 7º ENCONTRO DO GESTAR II DE LÍNGUA PORTUGUESA

LOCAL: Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Maracaju – MS.

DATA: 14 de maio de 2011                                                HORÁRIO: 7h às 12h


(...) o estilo não deve ser subjetivo, mas objetivo; e para tanto é necessário dispor as palavras de maneira que elas forcem o leitor, de imediato, a pensar exatamente o mesmo que o autor pensou.
                                      Recortes do livro A arte de escrever, de Arthur Schopenhauer


Unidades 17
* Estilística
- SEÇÃO 1: A noção de estilo e o objetivo da estilística
- SEÇÃO 2: A estilística do som e da palavra
- SEÇÃO 3: A estilística da frase e da enunciação

Unidade 18
*Coerência Textual
- SEÇÃO 1: Continuidade de sentido
- SEÇÃO 2: A construção da coerência textual
- SEÇÃO 3: As partes do todo

A oficina – unidades 17 e 18 – TP 5 – ESTILÍSTICA E COERÊNCIA  – foi realizada no sábado, 14/05 e dividida em dois momentos. Iniciamos com uma reflexão sobre o vídeo “Aprendizagem” e sobre a necessidade de nos apaixonarmos pelo que fazemos. Realizamos o estudo teórico da Unidade 17 - Estilística e da Unidade 18 - Coerência Textual. As seções foram discutidas de modo a socializar e compartilhar nossas leituras. Discutimos todos os tópicos das unidades detalhadamente. Para ilustrar e fundamentar nossas discussões da seção 1 da unidade 17 “A noção de estilo e o objetivo da Estilística”, vimos um vídeo do poema “Trem de Ferro”, de Manuel Bandeira e ouvimos a música “Berimbau”.  Discutimos a riqueza dos aspectos sonoros e refletimos sobre o “Ampliando nossas Referências”, sobretudo plurissignificação, a fantasia e a parafantasia das palavras. Apresentei alguns slides que havia preparado para aprofundar os questionamentos sobre os assuntos tratados nessas unidades.

Lemos e discutimos o texto “Os Diferentes Estilos”, de Paulo Mendes Campos. Na sequência, os professores relataram suas experiências e a atividade mais trabalhada foi a unidade 18, o Avançando na Prática da página 105, seção “As partes do todo”, que propõe um trabalho articulado sobre coerência textual. Expliquei aos cursistas que a coerência é condição indispensável para que um enunciado passe a ser um texto, é ela que garante o seu estilo. A coerência revela-se através das condições de encadeamento das frases. Além disso, a falta de coerência pode ocorrer pela existência de erros conceituais, pela inadequação à circunstância na qual é enunciada, ou pela inadequação ao destinatário a quem é dirigido. Em um texto, as partes surgem uma após a outra, se relacionado com o que já foi feito ou com o que ainda vai se dizer. Para realizar tal propósito, quatro elementos devem ser considerados: a repetição, a progressão, a não-contradição e a relação. Produzimos textos porque pretendemos informar, divertir, explicar, convencer, discordar, ordenar, ou seja, o texto é uma unidade de significado produzida sempre com uma determinada intenção. Assim como a frase não é uma simples sucessão de palavras, o texto também não é uma simples sucessão de frases, mas um todo organizado capaz de estabelecer contato com nossos interlocutores, influindo sobre eles. Quando isso ocorre, temos um texto em que há coerência. A coerência é resultante da não-contradição entre os diversos segmentos textuais que devem estar encadeados logicamente. Cada segmento textual é pressuposto do segmento seguinte, que por sua vez será pressuposto para o que lhe estender, formando assim uma cadeia em que todos eles estejam concatenados harmonicamente. Quando há quebra nessa concatenação, ou quando um segmento atual está em contradição com um anterior, perde-se a coerência textual. Para Leonor Fávero, a coesão e a coerência textuais constituem níveis diferentes de análise. Isso porque, segundo a autora, pode "haver um sequenciamento coesivo de fatos isolados que não têm condição de formar um texto". Por outro lado, também podem haver textos destituídos de coesão, mas cuja textualidade se dá [no âmbito] da coerência" (2003, p.11). Também realizamos algumas atividades da AAA5, trocamos experiências e aprofundamos nossas discussões. Uma das maiores inquietações dos professores é fazer com que os alunos produzam textos coerentes e desenvolvam um bom nível de argumentação. Por isso, foi ressaltado que o trabalho com coerência deve ser permanente no dia-a-dia do professor de português. Após esse momento, fomos para a realização da proposta de análise do texto publicitário. Foram apresentados slides sobre a necessidade de se trabalhar o texto publicitário permanentemente na sala de aula, uma vez que é um forte instrumento para desenvolver criticidade e cidadania. Logo após, apresentei uma proposta de trabalho a partir do texto publicitário, depois distribuí propagandas diversificadas para que, em grupos, os professores as analisassem. Procurei evidenciar que muitas vezes há incoerências nas propagandas. Expliquei que ao nos valermos do texto publicitário como uma alternativa de leitura, devemos ponderar que esse tipo de discurso tem como objetivo provocar reações emocionais no receptor. Por isso, esse texto utiliza recursos retóricos para convencer ou alterar atitudes e comportamentos. Para tanto, as palavras, no contexto, passam a indicar ideologias e o modo de conduzi-las é de enorme importância para o efeito de argumentação. O texto publicitário mostra que há uma interação entre aquele que argumenta e o outro, pois as convicções do primeiro objetivam modificar ou reforçar as ideias do segundo. Comprova-se, assim, que um enunciador tem, além do objetivo de informar, o de orientar o receptor em relação a determinadas conclusões, orientação esta, presente na própria estrutura linguística do enunciado. Os textos publicitários são de alta circulação social e tendem a se tornar mais e mais comuns em virtude das características da sociedade em que vivemos, baseada na produção e no consumo de mercadorias. São textos que atuam justamente no sentido de convencer o público a comprar determinado produto ou, ainda, no sentido de despertar a consciência do público para a destruição do nosso planeta, para problemas sociais, entre outros. Neste último caso, os textos publicitários procuram "vender" uma ideia, uma forma de conceber as coisas ou, então, buscam estimular os leitores a mudar seu comportamento, suas atitudes. Assim, temos textos publicitários que visam convencer o leitor a parar de fumar, a levar uma vida mais saudável, a conservar o patrimônio cultural de uma cidade, a usar adequadamente o transporte público, etc. Foi uma atividade enriquecedora e os professores se sentiram motivados a realizar essas atividades com os alunos. Os grupos expuseram suas análises por meio de cartazes e reflexões. Foram analisados: público-alvo, recursos verbais, promessas implícitas e explícitas, cores e cenário, articulação entre o verbal e não verbal, argumentos persuasivos, inimigos aparentes. Houve muita interação, surgiram algumas dúvidas que foram  debatidas pelo grupo.






Na última meia hora, voltamos nossa atenção para a organização das apresentações do Projeto: Os Gêneros Textuais pedem Passagem, que cada cursista realizará por ocasião do aniversário do Município de Maracaju, em 11 de junho. Ouvi e anotei suas solicitações. Dentre as apresentações foram selecionadas: o poema de cordel, cartão postal sobre o aniversário da cidade, lendas, fábulas, memórias, entre outros.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

RELATÓRIO DO 6º ENCONTRO DO GESTAR II DE LÍNGUA PORTUGUESA

LOCAL: Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto
Data: 30 de abril de 2011.
Horário: 7h às 12h

Palavras são um brinquedo que não fica velho. Quanto mais as crianças usam palavras, mais elas se renovam.
                                                                            José Paulo Paes
Nesta oficina, após passar a MENSAGEM “O GATO FEIO” e Slides sobre a TP4, unidades 15 e 16,continuamos nossa discussão a respeito da necessidade de se trabalhar melhor o processo de leitura e escritura. “Nossos” alunos, de forma abrangente, têm concluído o ensino fundamental sem se apropriar dessas ferramentas: a leitura e a escrita. Por isso pautou-se na discussão de três grandes problemas: o letramento, a maneira como a língua portuguesa é trabalhada na sala de aula e a necessidade premente de envolver também os outros professores nesse processo.
   
Em seguida, passei os slides “Mergulho no texto”, Por que e para que perguntar, foram organizados duplas para trabalharem o poema, proposto por eles, “Cidadezinha qualquer” de Carlos Drummond de Andrade. Partiu-se de questões levantadas, debatidas e apresentadas no trabalho anterior. Os grupos elaboraram novas atividades de acordo com a realidade de cada escola. O que chamou atenção nesta atividade foi o fato de os professores cursistas (re)pensarem maneiras diferentes e mais criativas para se trabalhar a interpretação de texto.

    Na unidade 16, trabalhou-se a exploração textual. Por que e para que fazer perguntas sobre o texto? Como levar o aluno a ler com maior propriedade, aprendendo a identificar as ideias, as afirmações, os elementos presentes no texto. Foi muito produtivo e prazeroso este momento. Fluiu uma boa discussão sobre o que é imprescindível para compreensão e interpretação e o quanto é importante a elaboração de questionamentos, perguntas que explore o seu conteúdo.
Passei a eles slides sobre a análise da Mensagem “ O gato Feio”. Retomamos análise da narração X argumentação – anterioridade X posterioridade e causa X consequência – análise da intergenericidade X intertextualidade. 

   
A atividade proposta nesta oficina foi desenvolvida com muito empenho, cada dupla planejou a sua aula e apresentou.
                                    Tutora: Professora Sonia Von Grafen
                                                Maracaju – MS.


terça-feira, 19 de abril de 2011

RELATÓRIO DO 5º ENCONTRO DO GESTAR II DE LÍNGUA PORTUGUESA

LOCAL: Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Maracaju – MS.

DATA: 16 de abril de 2011                                                HORÁRIO: 7h às 12h

A Leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede.
                                                                     Carlos Drummond de Andrade

  Aos 16 dias do mês de abril, na sala de reuniões da Secretaria Municipal de Educação Cultura e Desporto, aconteceu o 5º Encontro do Gestar II de Língua Portuguesa, desenvolvendo as seguintes unidades:
Unidade 13: Leitura, escrita e cultura
Seção 1: O Letramento
Seção 2: Letramento e diversidade cultural
Seção 3: Conhecimento prévio e atividade de leitura e escrita na escola

Unidade 14: O processo da leitura
Seção 1: Onde está o significado do texto?
Seção 2: Os objetivos de leitura: expectativas e escolhas de texto
Seção 3: Conhecimentos prévios interferem na produção de significado do texto?

   Acolhi aos cursistas com a MENSAGEM – OS LIVROS. A cada frase lida, tecíamos comentários, dando-se ênfase à importância da leitura em nossas vidas e da responsabilidade que temos como professor em transmitirmos aos nossos alunos o prazer de transformação que um livro exerce sobre seus leitores.
  Em seguida, passei a eles slides sobre a TP4, comentando e explicando cada seção. Após, passei dois vídeos intitulados: Importância da Leitura e O que é Letramento? Ambos enfatizam a importância da leitura, pois através dela viajamos e imaginamos os personagens ao nosso bel prazer. Conhecemos lugares nunca dantes navegados, somos o vento, somos a nuvem, o sol, a chuva, o raio, o trovão, um belo dia ensolarado, um príncipe ou uma princesa, enfim, como é bom viajar pelo mundo encantado dos livros... Em “O que é Letramento?” Podemos perceber a diferença entre “Alfabetização e Letramento”.

  Prosseguindo, passei slides sobre Letramento e um vídeo – Letramento definido em forma de poema.
  Após um breve intervalo, retornamos com os Slides – Cátia – Compreensão Leitora e os vídeos sobre Leitura Essencial.
  Entreguei a eles o texto: Celulares – Só faltam dominar o mundo, passei então, os slides do mesmo e indaguei deles sobre: a que gênero textual pertencia o texto; narrador; personagens principais e secundárias.
  Em seguida eles trabalharam em dupla, utilizando o texto para criar e/ou construir um outro gênero textual.
  As inferências feitas pelos cursistas se respaldam no conhecimento prévio que os alunos devem ter do assunto do texto a ser trabalhado.
  Após o término do trabalho de produção, eles me solicitaram uma cópia destas atividades para poderem trabalhar com os alunos reutilizando-as em outros textos.
MAPEANDO O TEXTO:
1ª Leitura – Objetiva: Analisar a estrutura textual
  1. Qual gênero do texto?
  2. Como é construída a narrativa?
  3. Quem são os personagens?
  4. Como o diálogo é construído no texto?
  5. O espaço onde a narrativa ocorre fica claro?
  6. Tem como identificar quando o fato ocorre?
  7. O que diz o texto? Resuma o texto com suas palavras sem fazer inferências.
DEDUZINDO A PARTIR DO TEXTO
2ª Leitura – Inferencial: Levantamento de Hipóteses
  1. Por que o espaço não é definido? Podemos inferir que lugar é este onde os personagens estão inseridos?
  2. Por que o tempo não é definido?
  3. Por que não há descrição física dos personagens?
  4. Por que o personagem não tem nome?
INDO ALÉM DO TEXTO
3ª Leitura – Avaliativa: Reconstruindo os sentidos do texto
Ò      O que você entende sobre a teoria da conspiração citada no texto e de que forma isso se concretiza nas relações de poder na nossa sociedade?
Ò      Você percebe alguma intertextualidade entre este texto e outros textos literários ou não?
Ò      O celular que aparece no texto pode estar representando uma coisa maior que a relação do homem com o seu celular?
APÓS A LEITURA...
Ò      Seria ideal pedir reescritas deste texto utilizando outros gêneros – Sugestões:
Ò      Construir outra narrativa, com outros personagens.
Ò      Construir um artigo de opinião sobre inteligências artificial.
Ò      Criar uma história em quadrinhos.
Ò      Criar anúncios de aparelhos eletrônicos com inteligência artificial.
GRUPO 1
Ò      Considerando a temática trabalhada,  simule uma entrevista para uma revista informativa.
Ò      Esta entrevista deve conter: o resumo informativo sobre o entrevistado; perguntas, respostas e trechos a serem destacados.
GRUPO 2
Ò      Considerando os três temas abordados no texto apresentado, elabore um artigo de opinião.
Ò     
GRUPO 3
Ò      Considerando a problemática levantada no texto apresentado em sala, elabore uma história em quadrinhos.
GRUPO 4
Ò      A partir da análise do texto apresentado, elabore um outdoor.
GRUPO 5
Ò      Utilizando a temática abordada nas nossas aulas de leitura, elabore uma peça curta para ser apresentada aos colegas de sala.
GRUPO 6
Ò      Elabore um folder sobre uma exposição de arte que aborde o tema proposto. Crie o título da exposição, o nome dos artistas, uma síntese da exposição, data, local e hora do evento, preço, público alvo.
  Para concluirmos nossa oficina, relembrei-os de suas tarefas e solicitei que lessem as unidades 15 e 16 da TP4, para o próximo encontro. Pedi também, sugestões para o aniversário do Município, onde todos os Projetos desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto, deverão expor seus trabalhos e/ou realizar uma amostragem com encenações ou apresentações das atividades desenvolvidas nas oficinas.
                         Professora Sonia Von Grafen – Maracaju - MS



segunda-feira, 4 de abril de 2011

     4º ENCONTRO DO GESTAR II DE LÍNGUA PORTUGUESA

Data: 02 de abril de 2011                                             Horário:    7h às 12h

Local: Escola Municipal João Pedro Fernandes

No dia dois (02) de abril, realizamos em uma das salas de aula da Escola Municipal João Pedro Fernandes, o 4º Encontro do Gestar II, desenvolvendo as Unidades  11 e 12 da TP3:
-  Tipos Textuais
·             Seção 1 : Seqüências tipológicas: descrição e narração
·             Seção 2: Sequências tipológicas: os tipos injuntivo e preditivo
·             Seção 3: Seqüências tipológicas: o tipo dissertativo

-  A inter-relação entre gêneros e tipos textuais

·           Seção 1: Gêneros textuais e seqüências tipológicas
·           Seção 2: Seqüências tipológicas em gêneros textuais
·           Seção 3: A intertextualidade entre gêneros textuais
·          
Inicialmente os cursistas foram acolhidos com a Mensagem “NOSSA SENHORA” do Roberto Carlos. Em seguida indaguei deles como havia sido o trabalho dos mesmos com seus alunos e estes expuseram que a maior dificuldade foi em relação ao tempo, porque são necessárias várias aulas para cada avançando na prática. O único cursista professor (homem), foi o que mais me surpreendeu, pois eu o convidei a participar do curso na véspera de abertura do mesmo e ele incorporou o processo, desenvolveu seu avançando e serviu de exemplo para os demais cursistas; demonstrou como se organizou e apresentou  seu material, bem como o trabalho desenvolvido com os alunos (produção, fotos, relatório). 

Na sequência passei a eles um vídeo sobre “Gêneros Textuais” (orais, primários e secundários), em seguida, Slides sobre Gêneros Textuais e Tipos Textuais, indagando deles sobre suas dúvidas, então, disseram-me que não conheciam os termos injuntivo e preditivo.
Após um pequeno intervalo, entramos no assunto sobre “Intertextualidade”, novamente passei slides reforçando e sanando suas dúvidas.
Entreguei a eles um conto: “A Máquina Extraviada” de José J. Veiga, onde foi feita a leitura e comentários. Passei um vídeo sobre o conto.
Agrupei-os, e através de sorteio, os grupos ou duplas deveriam elaborar um texto, fazendo a intertextualidade com o conto “A Máquina Extraviada”. 

Para finalizar nossa oficina, os grupos fizeram à exposição de seus textos.



Atribuí as tarefas para o próximo encontro.

 TAREFAS  PARA 16.04.11
- RELATÓRIO DAS UNIDADES 11 E 12 DA TP3, COM OS ALUNOS;
- TRABALHO COM OS ALUNOS;
-  ESCREVER UM MEMORIAL DO PROCESSO DE SUA FORMAÇÃO COMO LEITOR;(para o portifólio)
-  LER A TP4 – UNIDADES 13 E 14
-  LEITURA, ESCRITA E CULTURA;
- O PROCESSO DA LEITURA.
                                                                  Tutora Professora Sonia Von Grafen
                                                                   Maracaju,MS.

segunda-feira, 28 de março de 2011

3ª  OFICINA DO GESTAR  DE LÍNGUA PORTUGUESA – MARACAJU – MS.
Dia: 19.03.11                                              Horário: 7h às 12h
Loca: Escola Municipal João Pedro Fernandes
“ O que deixamos para trás não é o que gravamos em monumentos de pedra, mas o que tecemos nas vidas dos outros” (Péricles)
Dia 19 de março de 2011, ministrei a 3ª Oficina do Gestar II de Língua Portuguesa, em uma das salas de aula da Escola Municipal João Pedro Fernandes, no Município de Maracaju.
Acolhi aos cursistas com a MENSAGEM: OS SETE SABERES NECESSÁRIOS, e a mesma foi comentada pelos  presentes, levantado-se as verdades contidas nela.
Dando prosseguimento, passei a eles Slides sobre a TP3, unidades 9 e 10,explicando e os cursistas acompanhavam pelo livro.
Unidade 9 -  Gêneros textuais: do intuitivo ao sistematizado
- Seção 1: O conhecimento intuitivo de gêneros;
- Seção 2: Gêneros textuais e competências sociocomunicativa;
- Seção 3: Classificando gêneros textuais.
Unidade 10- Trabalhando com gêneros textuais
- Seção 1: Gênero literário e não-literário;
- Seção 2: O gênero poético;
- Seção 3: Uma subclassificação do gênero poético: cordel.
Em seguida, apresentei Slides sobre “Os Gêneros Textuais” do Professor Ewerton Rezer Gindri. Percebi, então, que os cursistas possuem conhecimento sobre o assunto, mas confundem gênero e tipo textuais.

Alguns comentaram que a teoria sobre gêneros e tipos textuais tem sofrido algumas reformulações, principalmente, na nomenclatura. Surgiram alguns questionamentos a respeito do conceito de intergenericidade e/ou intertextualidade, transposição ou retextualização , pois, embora os professores conhecessem textos que se utilizam da estrutura de um gênero e exercem a função de outro, desconheciam os referidos termos.
Em relação à classificação dos textos como literários e não-literários (utilitários), os professores cursistas não apresentaram dúvidas. Muito pelo contrário, enriqueceram a oficina com seus exemplos.
Após um intervalo, dividi os cursistas  em dois grupos, sendo que estes deveriam escolher um dos avançando na prática da TP3 unidades 9 e 10, e desenvolvê-lo. Disponibilizei material, e eles se organizaram. Um dos grupos escolheu a biografia e aproveitando-se da Coordenadora do Gestar II da SEME, Professora Silvana Carra Dias, que tem uma história relevante na Educação e na Política de nosso Município; entrevistou a mesma, escrevendo a sua biografia. O outro grupo se ateve à classificação de Gêneros Textuais. Em seguida os grupos fizeram a exposição de seus trabalhos.


Na intenção de auxiliá-los na produção de um Relatório, passei alguns slides com o passo a passo de como se  escreve um.
Em seguida, os professores cursistas preencheram os dados que faltavam em seus Curriculum Vitae, para que os mesmos possam ser atualizados e enviados a UnB.
Antes de finalizar a oficina, orientei os cursistas a estudarem as unidades 11 e 12 da TP3 e fazerem as atividades e escolherem um "avançando na prática" para aplicar com seus alunos.
                                                                              Tutora de Língua Portuguesa - Professora Sonia Von Grafen
                                                                              Maracaju – MS.

quinta-feira, 17 de março de 2011

     1º ENCONTRO DO GESTAR II – LÍNGUA PORTUGUESA
      Data: 12 de março de 2011-03-17   
      Horário: Manhã – 7h às 11h    Tarde: 13h às 17h
“Experiência não é o que nos acontece, mas o que fazemos com aquilo que nos acontece. " --     
                                                                                 Aldous Huxley

Uma sinfonia para obter sucesso depende de inúmeros componentes comprometidos, onde todos se utilizem de seus instrumentos para que haja harmonia, entonação e ritmo, caso falte um destes integrantes a sinfonia com certeza será prejudicada.
Assim, depois de adiarmos duas vezes a abertura do Gestar II, por falta de alguns dos componentes desta sinfonia denominada Máquina Administrativa, felizmente conseguimos agregar nossos instrumentalistas e realizarmos a abertura do GESTAR II no dia 12 de março de 2011, na Sala de Eventos da PREVMMAR, com início às 7h, onde estiveram presentes os cursistas de Língua Portuguesa e Matemática da Rede Municipal e Estadual, juntamente com os diretores e coordenadores.
Inicialmente, a Assessora da Secretária de Educação Adriana Minervini acolheu aos presentes ressaltando a importância do Programa para professores e alunos de nosso município. Em seguida, o Prefeito Celso Luiz da Silva Vargas saudou a todos, enfatizando que é parceiro de todos os programas do MEC, que visam enriquecer e ampliar o conhecimento dos professores, dizendo não medir esforços para investir nestes profissionais, pois só conseguiremos aumentar o IDEB se investirmos na Educação.


Logo após, a coordenadora da SEME, Silvana Carra Dias, responsável pelo Gestar II, cumprimentou aos participantes, apresentando aos cursistas os tutores: Professor Luiz Carlos dos Santos de Matemática e eu, Professora Sonia Von Grafen, de Língua Portuguesa, realizando também uma breve explanação dos objetivos do Programa.
Dando-se continuidade ao nosso 1° Encontro, passou-se a Mensagem – SABER E SABOR – oportunizando aos presentes comentar a mesma.
Em seguida, efetuamos a entrega do material aos cursistas conferindo-os; e passamos os slides da Apresentação do Gestar II, com objetivos de Língua Portuguesa e Matemática, explicando passo a passo como será desenvolvido o Programa; demonstrando quais serão as funções dos cursistas, dos coordenadores e diretores, dos formadores e do coordenador da SEME.
Aproveitamos o momento para ouvir os cursistas sobre o horário das oficinas, sendo que de antemão, elas acontecerão aos sábados em virtude dos professores cursistas ministrarem aulas nas escolas do Estado, todas as noites.
Optou-se pela realização das Oficinas de Língua Portuguesa e Matemática no mesmo dia e horário, em razão de termos professores que se deslocam da Zona Rural, assim eles podem utilizar o mesmo meio de transporte.
Por este motivo terei que alterar todo o cronograma de Língua Portuguesa, pois os cursistas preferem que cada oficina seja de 5h; iniciando às 7h com término ao meio dia.



Após um breve intervalo, dividimos os cursistas de Língua Portuguesa e de Matemática.
Feito isto, detive-me nas informações constantes no Guia Geral, passando slides e explicando.
À tarde retornamos às 13h com a MENSAGEM “PALAVRAS AO VENTO”.
Realizei com eles uma dinâmica intitulada: “Quem sou eu?”Onde eles deveriam representar-se através de desenhos.
Estipulei 20minutos e os cursistas, um a um expuseram seus desenhos, sendo que os demais deveriam descobrir o que estava sendo transmitido e no final o autor poderia concordar ou discordar dos colegas e explicar o que quis transmitir.




Foi gratificante, pois eles retrataram-se de forma espontânea e detalhada.
Após a dinâmica retomamos o Guia Geral, apoiando-me em slides, fui esclarecendo-os, salientando-os que deveriam lê-lo novamente, em casa, e trazer, anotadas, as dúvidas para a próxima oficina.
Entreguei a eles a ficha de cadastro para que a preenchessem, visando cadastrá-los no sistema.
Fizemos um intervalo e ao retornamos, passei os slides do resumo da TP3, solicitando que a acompanhassem com o seu livro. Retomei a divisão de cada TP – Número de Unidades e Seções.
Indaguei deles sobre “Relatório” e somente uma professora que se formou, em 2010 e que está em sua primeira experiência como tal, que manifestou não saber como fazer um relatório. Salientei que em nosso próximo encontro trabalharei com eles este Gênero Textual.
Reforcei sobre as atividades que os cursistas deverão desenvolver e solicitei como tarefa que lessem com atenção a TP3, para que já estejam familiarizados com ela em nossa próxima oficina.
No final da tarde, nossos instrumentos já estavam afinados e nossa orquestra disposta a contemplar nossos alunos com esta maravilhosa “sinfonia” intitulada Gestar II.

                                   Tutora do Gestar II de Língua Portuguesa.
                                   Maracaju – MS.